{"id":1396,"date":"2025-03-29T09:57:56","date_gmt":"2025-03-29T09:57:56","guid":{"rendered":"https:\/\/irrelevanciacronica.pt\/?p=1396"},"modified":"2025-03-31T16:42:08","modified_gmt":"2025-03-31T16:42:08","slug":"ser-portugues","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/irrelevanciacronica.pt\/?p=1396","title":{"rendered":"Ser portugu\u00eas"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"1396\" class=\"elementor elementor-1396\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7a2a1f62 e-con-full e-flex e-con e-parent\" data-id=\"7a2a1f62\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-495b9828 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"495b9828\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"2479\" height=\"1653\" src=\"https:\/\/irrelevanciacronica.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image0-29.png\" class=\"attachment-full size-full wp-image-1401\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/irrelevanciacronica.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image0-29.png 2479w, https:\/\/irrelevanciacronica.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image0-29-300x200.png 300w, https:\/\/irrelevanciacronica.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image0-29-1024x683.png 1024w, https:\/\/irrelevanciacronica.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image0-29-768x512.png 768w, https:\/\/irrelevanciacronica.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image0-29-1536x1024.png 1536w, https:\/\/irrelevanciacronica.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image0-29-2048x1366.png 2048w\" sizes=\"(max-width: 2479px) 100vw, 2479px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1e9e9552 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"1e9e9552\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3f1ef7a9 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"3f1ef7a9\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p>29\/02\/2025<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e89d0aa elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"e89d0aa\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<h1 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ser portugu\u00eas<\/h1>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e09295a elementor-widget__width-initial elementor-drop-cap-yes elementor-drop-cap-view-default elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"e09295a\" data-element_type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;drop_cap&quot;:&quot;yes&quot;}\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p>&#8220;<span style=\"font-weight: 400;\">O M\u00e1rio \u00e9 o concorrente mais querido de todos os portugueses\u201d. Foi esta a frase que ouvi Cristina Ferreira pronunciar num daqueles programas cient\u00edficos; aqueles onde se junta v\u00e1rias pessoas<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">interessant\u00edssimas<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> numa casa e analisa-se o comportamento e intera\u00e7\u00f5es entre cada uma delas. Pelos vistos, devo ter mudado de nacionalidade, talvez me tenha tornado checo sem dar por isso. Acho estranho porque, normalmente, s\u00f3 costumo mudar de nacionalidade quando sou abordado por cavalheiros a vender coca\u00edna no bairro alto:<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; \u201cCoke? You want some coke?\u201d &#8211; Dizem os sujeitos portugueses empreendedores.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">-\u201cI only drink Pepsi, sorry.\u201d &#8211; respondo em personagem.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o sei quem atribuiu \u00e0 Cristina o poder para falar por todos os portugueses, mas para a pr\u00f3xima avise-me, se faz favor, para eu estar preparado. N\u00e3o v\u00e1 algu\u00e9m abordar-me na rua e questionar-me sobre o meu apre\u00e7o pelo &#8220;M\u00e1rio da Casa dos Segredos&#8221; e eu acabar a fazer figura de parvo por n\u00e3o saber quem \u00e9 o senhor por quem, claramente, nutro um enorme carinho.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Os pol\u00edticos s\u00e3o outros, falam muito em nome de todos os portugueses. N\u00e3o me recordo de lhes ter dado autoriza\u00e7\u00e3o para me inclu\u00edrem nos seus discursos. Ali\u00e1s, pe\u00e7o-lhes que ao formarem frases como \u201cOs portugueses est\u00e3o assustados.\u201d, n\u00e3o o fa\u00e7am. Optem antes pela seguinte: \u201cOs portugueses, com exce\u00e7\u00e3o de Salvador Saldanha, est\u00e3o assustados.\u201d <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2014<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> a n\u00e3o ser que se refiram aos pre\u00e7os das casas em Lisboa, a\u00ed, dou permiss\u00e3o para me inclu\u00edrem.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Isto aplica-se, tamb\u00e9m, \u00e0queles jovens que dizem coisas como \u201ctoda a gente faz\u201d. Como assim toda a gente bebe tr\u00eas shots de tequila, de seguida, depois de gregar nas costas de uma jovem mulher na discoteca, para voltar a restabelecer o \u00e1lcool desperdi\u00e7ado no v\u00f3mito? Eu n\u00e3o fa\u00e7o isso, Jorge, e n\u00e3o me deixa confort\u00e1vel que me incluas no teu discurso para tentar convencer o teu amigo Mateus, a seguir para coma alco\u00f3lico.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Costumam enervar-me estas generaliza\u00e7\u00f5es. Por\u00e9m, no outro dia deparei-me com uma generaliza\u00e7\u00e3o que me fez sentido; diria at\u00e9 que fez mais do que isso \u2014 abriu-me os horizontes, alterou-me a perspectiva. Li uma publica\u00e7\u00e3o no Expresso acerca de uma entrevista feita a Daniela Ruah num <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">podcast <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">com um nome desinteressante <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2014 fazendo jus \u00e0 maioria dos podcasts<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00abO meu marido pergunta-me \u2018Porque \u00e9 que est\u00e1s a gritar?\u2019. N\u00e3o estou a gritar! Sou portuguesa!\u00bb <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2014<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> lia-se na publica\u00e7\u00e3o. Realmente consigo entender. Como sabe, os portugueses falam todos como se tivessem engolido um megafone, que por sua vez engoliu o sistema de som do palco principal do Nos Alive. Existem v\u00e1rias provas disso, basta colocar cinco amigos a conversar \u00e0 volta de uma mesa para que se inicie a chinfrineira. Responder de forma mais rude aos progenitores tamb\u00e9m contribui. Assim como encontrar um velho amigo na rua,\u00a0 atender o telem\u00f3vel no comboio, dar indica\u00e7\u00f5es a um turista, ou, abrir a boca, no geral. Tudo isso d\u00e1 azo a algazarra, caracter\u00edstica fundamental na vida de um bom portugu\u00eas.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">E se quisermos ser minuciosos <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2014 e queremos sempre, leitor, porque aqui escrevem-se textos s\u00e9rios, sem galhofa nem relaxamento \u2014<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">o volume da oralidade n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico pauzinho de madeira pertencente ao leque das tipicidades portuguesas. Um leque \u00e9 constitu\u00eddo por v\u00e1rios pauzinhos de madeira <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">(N\u00e3o esteja j\u00e1 para a\u00ed, todo pimp\u00e3o, a achar que o pauzinho do leque pode igualmente ser feito de pl\u00e1stico; nesta rubrica pensa-se no ambiente, seu despreocupado \u2014 agora vou repetir-me, para que n\u00e3o perca o fio \u00e0 meada). <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Um leque \u00e9 constitu\u00eddo por v\u00e1rios pauzinhos de madeira<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">e, tal como o leque, tamb\u00e9m o portugu\u00eas \u00e9 constitu\u00eddo por in\u00fameras manias.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Por exemplo, as pessoas queixam-se muito de Jos\u00e9 S\u00f3crates e de Ricardo Salgado <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2014<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> e de tantos outros; tantos que se os especificasse preencheria uns dois par\u00e1grafos, cada um com vinte p\u00e1ginas. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Queixam-se porque s\u00e3o corruptos, desonestos, ladr\u00f5es, e tal, mas, se formos a ver bem, eles n\u00e3o s\u00e3o corruptos, nem desonestos, nem ladr\u00f5es, nem tal; s\u00e3o portugueses.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Depois, essa mesma gente, diz mal da Justi\u00e7a portuguesa porque \u00e9 lenta, branda e ineficaz. Por\u00e9m, se observarmos detalhadamente, verificamos que a Justi\u00e7a portuguesa n\u00e3o \u00e9 nenhum desses adjetivos, mas sim, unicamente portuguesa.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Os transportes, hospitais e escolas p\u00fablicas s\u00e3o outros sofredores de in\u00fameras cr\u00edticas indevidas. \u201cAh e tal, em Portugal \u00e9 tudo mal gerido e funciona mal\u201d, meus amigos, os servi\u00e7os p\u00fablicos n\u00e3o s\u00e3o mal geridos nem funcionam mal. S\u00e3o servi\u00e7os portugueses, geridos por portugueses. E mais, invoco maldi\u00e7\u00e3o a todos aqueles que consideram Portugal um pa\u00eds pobre e sem sa\u00edda, pois enganam-se, Portugal n\u00e3o \u00e9 nada mais sen\u00e3o portugu\u00eas <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2014 at\u00e9 me arrisco a dizer que Portugal \u00e9 o pa\u00eds mais portugu\u00eas do mundo, se excluirmos a China e o Paraguai<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Termino numa nota pessoal, pois n\u00e3o posso deixar de falar daqueles amigos que me questionam \u201cAh e coiso, porque \u00e9 que o teu c\u00e3o come tantas fezes?\u201d. Para esses filhos da m\u00e3e intrometidos, respondo-lhes o seguinte: O meu c\u00e3o n\u00e3o come fezes, seus ignorantes; o meu c\u00e3o \u00e9 orgulhosamente portugu\u00eas, foda-se <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2014 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">pe\u00e7o-lhe perd\u00e3o pela minha transpar\u00eancia exibida com expressividade, isto \u00e9, com contornos de ordinarice; mas tamb\u00e9m, quer o qu\u00ea? Sou portugu\u00eas, foda-se!<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Para concluir \u2014 no par\u00e1grafo anterior terminei, neste concluo \u2014 ap\u00f3s refletir sobre este texto, gostava de aproveitar estas linhas finais para me redimir e pedir desculpa pela tro\u00e7a feita nos par\u00e1grafos iniciais, pois somente agora compreendi que a Cristina Ferreira, os pol\u00edticos e o Jorge, n\u00e3o generalizaram sentimentos, problemas e assuntos, nem falaram em nome de toda a gente em v\u00e3o; nada disso <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2014<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> eles s\u00e3o, simplesmente, portugueses. <\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>29\/02\/2025 Ser portugu\u00eas &#8220;O M\u00e1rio \u00e9 o concorrente mais querido de todos os portugueses\u201d. 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